A despedida
Com data prevista para o começo da quimio, começou a maratona da despedida: a despedidas das festas, da bebida alcóolica, das baladas e churrascos (não que eu fosse uma louca desvairada, mas lembrando, eu estava no segundo ano de faculdade. A não ser que você seja uma ameba, sua vida é bem sociável).
Não que minha vida tivesse mudado muito, depois do início do tratamento.
Eu continuava saindo sim, com os devidos cuidados (na verdade, nem tantos, rs).
Fui à TODAS as festas possíveis que apareciam pela frente e por algum motivo, o dia da quimio foi adiado algumas vezes, então ocorreram umas 3 festas que eu sempre achava que seriam a última.
As restrições, de início, são inúmeras. E aí, você aprende que os médicos são um pouco catastróficos.
Comida japonesa? Não.
Legumes crus? Evite.
Álcool? Jamais.
Festas? Só se for num campo de futebol, muito aberto e arejado.
Manicure? Esqueça.
Acredito que tenham havido mais restrições. Não são conselhos estapafúrdios. Todos eles têm um motivo:
a quimioterapia mata células, as boas e as ruins. Imagine uns 3 litros de remédio forte correndo no seu corpo, matando células.Sua imunidade vai a -45 (olha a outra, inventando índice de imunidade).
Um vento pode fazer você ficar doente.
Uma infecção, bactéria ou qqualquer intruso do mal que apareça no seu corpo, você não terá grandes defesas. Tanto que um aviso claro é: se sentir febre após uma quimio, CORRA pro hospital.
Febre é sinal de infecção e seu corpo está sem defesas.Ou seja, amélgo, tu pode morrê, tá?
Pra quem tá com câncer, você não vai querer morrer de pneumonia, infecção estomacal ou whatever, né?
Infellizmente, eu teria essa desagradável experiência no meio do tratamento, que foi, sem dúvida, o PIOR dia do tratamento inteiro.
(sim, eu morri de pneumonia e tô escrevendo isso do além. A experiência da FEBRE, criatura.)
Acho que dessas aí em cima, eu só segui a da manicure. E nunca fui uma grande lady de correr pro salão toda semana, então, não morri por causa disso.(mas a primeira coisa que eu fiz, quando acabou tudo, foi sair correndo e fazer a unha)
Segui também, que eu me lembre, o da comida japonesa e seus peixes crus.
Não fui exemplo de paciente nota mil, mas pra mim, serviu.
Não que minha vida tivesse mudado muito, depois do início do tratamento.
Eu continuava saindo sim, com os devidos cuidados (na verdade, nem tantos, rs).
Fui à TODAS as festas possíveis que apareciam pela frente e por algum motivo, o dia da quimio foi adiado algumas vezes, então ocorreram umas 3 festas que eu sempre achava que seriam a última.
As restrições, de início, são inúmeras. E aí, você aprende que os médicos são um pouco catastróficos.
Comida japonesa? Não.
Legumes crus? Evite.
Álcool? Jamais.
Festas? Só se for num campo de futebol, muito aberto e arejado.
Manicure? Esqueça.
Acredito que tenham havido mais restrições. Não são conselhos estapafúrdios. Todos eles têm um motivo:
a quimioterapia mata células, as boas e as ruins. Imagine uns 3 litros de remédio forte correndo no seu corpo, matando células.Sua imunidade vai a -45 (olha a outra, inventando índice de imunidade).
Um vento pode fazer você ficar doente.
Uma infecção, bactéria ou qqualquer intruso do mal que apareça no seu corpo, você não terá grandes defesas. Tanto que um aviso claro é: se sentir febre após uma quimio, CORRA pro hospital.
Febre é sinal de infecção e seu corpo está sem defesas.Ou seja, amélgo, tu pode morrê, tá?
Pra quem tá com câncer, você não vai querer morrer de pneumonia, infecção estomacal ou whatever, né?
Infellizmente, eu teria essa desagradável experiência no meio do tratamento, que foi, sem dúvida, o PIOR dia do tratamento inteiro.
(sim, eu morri de pneumonia e tô escrevendo isso do além. A experiência da FEBRE, criatura.)
Acho que dessas aí em cima, eu só segui a da manicure. E nunca fui uma grande lady de correr pro salão toda semana, então, não morri por causa disso.(mas a primeira coisa que eu fiz, quando acabou tudo, foi sair correndo e fazer a unha)
Segui também, que eu me lembre, o da comida japonesa e seus peixes crus.
Não fui exemplo de paciente nota mil, mas pra mim, serviu.
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