
Sim, ela sabe.
Ela sabe onde está entrando.
Ela sabe onde está entrando.
Talvez, não entenda os detalhes da trilha, as complicações, os labirintos, os atalhos errados e as idas e voltas que terá que dar ... pra chegar, bom, pra chegar onde nem ela mesma sabe...
E ao redor, ela pouco vê, ela prefere caminhar antes do sol nascer ( seria porque assim, encontraria menos pessoas, menos pessoas para olhá-la tempo suficiente para perceberem onde ela está indo? - os olhos alheios a incomodam)... mas ela sente de tudo.
Frio, medo, ansiedade, será que está indo pro lado certo?
E se ela desse meia volta? Não seria melhor voltar pra casa e continuar como sempre foi?
Dentro de casa, não tem como se perder, não se corre riscos, não se tem medo de tropeçar pq já conhecemos todos as passagens, os móveis e suas posições, no máximo um chute na escrivaninha nova, mas em casa, a gente anda sem tropeçar até no escuro!
E enquanto ela pensa o quanto certo seria continuar na zona segura de conforto, ela vai andando ... sobe, desce, vira, pára ... na verdade, ela muito pára e admira.
Admira tudo que aquela trilha nova lhe oferece ... novas sensações... sensações que ela havia esquecido que existiam.
Nessa hora da manhã, onde poucos ainda estão acordados.... as borboletas ainda dormem também... mas não dentro dela... as borboletas estão na barriga!
E numa confusão de sentimentos ... ela segue andando, devagar, curtindo cada passo novo, cada descoberta e lendo as placas que sempre a acompanham desde o começo dessa trilha nova: " Siga seu coração."
E ao redor, ela pouco vê, ela prefere caminhar antes do sol nascer ( seria porque assim, encontraria menos pessoas, menos pessoas para olhá-la tempo suficiente para perceberem onde ela está indo? - os olhos alheios a incomodam)... mas ela sente de tudo.
Frio, medo, ansiedade, será que está indo pro lado certo?
E se ela desse meia volta? Não seria melhor voltar pra casa e continuar como sempre foi?
Dentro de casa, não tem como se perder, não se corre riscos, não se tem medo de tropeçar pq já conhecemos todos as passagens, os móveis e suas posições, no máximo um chute na escrivaninha nova, mas em casa, a gente anda sem tropeçar até no escuro!
E enquanto ela pensa o quanto certo seria continuar na zona segura de conforto, ela vai andando ... sobe, desce, vira, pára ... na verdade, ela muito pára e admira.
Admira tudo que aquela trilha nova lhe oferece ... novas sensações... sensações que ela havia esquecido que existiam.
Nessa hora da manhã, onde poucos ainda estão acordados.... as borboletas ainda dormem também... mas não dentro dela... as borboletas estão na barriga!
E numa confusão de sentimentos ... ela segue andando, devagar, curtindo cada passo novo, cada descoberta e lendo as placas que sempre a acompanham desde o começo dessa trilha nova: " Siga seu coração."
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