La vamos nos novamente.
E a partir de agora vai ser tudo sem acento, bom, pq o teclado local nao coopera na acentuacao.
31 de Janeiro de 2020.
Ha mais de um ano que eu nao sentia esse medo de gostar de alguem.
Eu preciso de uma vez por todas lidar com meus medos, meus traumas, minhas expectativas emocionais, minhas carencias.
Hoje sentada no sofa, eu fui tomada por uma sensacao de ansiedade e choro.
Eu estou com medo. Eu ja senti essa sensacao muitas vezes na vida e acontece toda vez que percebo que posso ser tomada e devastada por uma paixao de novo.
É quase um panico. É um medo devastador de estar mais uma vez embarcando em uma pessoa que pode nao ser boa pra mim. E infelizmente eu sei o que sempre acontece no final.
Eu sei que um dos principais motivos que vim pra ca foi pra me curtir.
Me entender, resolver minha vida pessoal e principalmente emocional.
Ver uma outra Mariana, se envolver com pessoas e viver essa experiencia.
Por mais aberta que eu sempre esteja em sair e conhecer gente.
Eu entendo que eu ainda tenho que aprender muito e entender como eu funciono.
Entender meus padroes, meus medos, minhas repeticoes, minhas sabotagens minhas angustias, meus traumas.
Estou aberta pra me reinventar e me curar.
Pra deixar as coisas que aconteceram no passado, apenas no passado.
Nao recriar coisas do passado como projecoes atuais.
É um novo lugar, com novas pessoas e com mentalidades e culturas muito diferentes da minha.
Mas sexta… sexta fui surpreendida. Nao sei qual era minha expectativa.
Tinha duas: ser horrivel ou ser muito bom.
Eu estava preparada pro ser horrível, mas acho que nao estava preparada pro ser muito bom.
E aqui estou eu, enrolada nos meus pensamentos num sabado e domingo (frio, pra variar).
Um misto de ressaca (no sabado) com pensamento fixo.
Do pensamento fixo, passamos pro medo.
Eu tenho tantos buracos emocionais que so a ideia de encontrar alguem que possa me magoar de novo é desesperadora. E ai entro na espiral de medo, angustia.
Eu ja tive essas sensacoes muitas vezes. É como se na expectativa de ter algo muito bom, eu simplesmente entrasse em panico.
Porque no alto do pico tem uma queda quase que mortal. E entre admirar a vista linda ou torcer o pe e cair montanha abaixo, é uma questao de … sorte ?
Nao sei se é sorte. Mas é uma conjuntura de coisas. Coisas que eu nao posso controlar.
Eu nao posso reclamar.
Eu vim aqui pra isso.
E aparentemente estou seguindo a trilha que escolhi de acordo com o que eu planejei.
Embarquei decidida em levar uma vida mais e leve e me resolver emocionalmente.
Ninguem disse que ia ser facil.
Entao aqui estou.
Aberta pra amar, pra sangrar se for necessario, mas o mais importante. Aberta.
Pra experiencias, pessoas, pra me entender e crescer.
E o mais importante. Se sentir bem comigo mesma. Faz muito tempo que nao sinto isso e estou aqui aos poucos, disposta a me reconstruir como mulher.
Resgatar uma auto estima que se perdeu ha muitos anos e sinceramente, apesar dela nunca ser aquele estrondo ela saiu aos poucos pela porta dos fundos e nao sei ao certo que momento isso aconteceu.
Hoje faz 28 dias que cheguei aqui.
Como esperava, passou numa piscada de olhos.
E a partir de agora vai ser tudo sem acento, bom, pq o teclado local nao coopera na acentuacao.
31 de Janeiro de 2020.
Ha mais de um ano que eu nao sentia esse medo de gostar de alguem.
Eu preciso de uma vez por todas lidar com meus medos, meus traumas, minhas expectativas emocionais, minhas carencias.
Hoje sentada no sofa, eu fui tomada por uma sensacao de ansiedade e choro.
Eu estou com medo. Eu ja senti essa sensacao muitas vezes na vida e acontece toda vez que percebo que posso ser tomada e devastada por uma paixao de novo.
É quase um panico. É um medo devastador de estar mais uma vez embarcando em uma pessoa que pode nao ser boa pra mim. E infelizmente eu sei o que sempre acontece no final.
Eu sei que um dos principais motivos que vim pra ca foi pra me curtir.
Me entender, resolver minha vida pessoal e principalmente emocional.
Ver uma outra Mariana, se envolver com pessoas e viver essa experiencia.
Por mais aberta que eu sempre esteja em sair e conhecer gente.
Eu entendo que eu ainda tenho que aprender muito e entender como eu funciono.
Entender meus padroes, meus medos, minhas repeticoes, minhas sabotagens minhas angustias, meus traumas.
Estou aberta pra me reinventar e me curar.
Pra deixar as coisas que aconteceram no passado, apenas no passado.
Nao recriar coisas do passado como projecoes atuais.
É um novo lugar, com novas pessoas e com mentalidades e culturas muito diferentes da minha.
Mas sexta… sexta fui surpreendida. Nao sei qual era minha expectativa.
Tinha duas: ser horrivel ou ser muito bom.
Eu estava preparada pro ser horrível, mas acho que nao estava preparada pro ser muito bom.
E aqui estou eu, enrolada nos meus pensamentos num sabado e domingo (frio, pra variar).
Um misto de ressaca (no sabado) com pensamento fixo.
Do pensamento fixo, passamos pro medo.
Eu tenho tantos buracos emocionais que so a ideia de encontrar alguem que possa me magoar de novo é desesperadora. E ai entro na espiral de medo, angustia.
Eu ja tive essas sensacoes muitas vezes. É como se na expectativa de ter algo muito bom, eu simplesmente entrasse em panico.
Porque no alto do pico tem uma queda quase que mortal. E entre admirar a vista linda ou torcer o pe e cair montanha abaixo, é uma questao de … sorte ?
Nao sei se é sorte. Mas é uma conjuntura de coisas. Coisas que eu nao posso controlar.
Eu nao posso reclamar.
Eu vim aqui pra isso.
E aparentemente estou seguindo a trilha que escolhi de acordo com o que eu planejei.
Embarquei decidida em levar uma vida mais e leve e me resolver emocionalmente.
Ninguem disse que ia ser facil.
Entao aqui estou.
Aberta pra amar, pra sangrar se for necessario, mas o mais importante. Aberta.
Pra experiencias, pessoas, pra me entender e crescer.
E o mais importante. Se sentir bem comigo mesma. Faz muito tempo que nao sinto isso e estou aqui aos poucos, disposta a me reconstruir como mulher.
Resgatar uma auto estima que se perdeu ha muitos anos e sinceramente, apesar dela nunca ser aquele estrondo ela saiu aos poucos pela porta dos fundos e nao sei ao certo que momento isso aconteceu.
Hoje faz 28 dias que cheguei aqui.
Como esperava, passou numa piscada de olhos.
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