Cá estou novamente...
Como se tivesse rolado barranco abaixo...
Aqueles poucos, mínimos, ínfimos, breves momentos pré queda.
Tão bons, eletrizando cada  fiozinho do cabelo....
E aí,

Aí,
... despenco morro abaixo.
Lágrimas rolam abaixo.

Tudo abaixo.


                          Abaixo.

Cada frase não dita, cada expectativa não atendida.
Cada silêncio indesejado.
Cada colherada de orgulho engolido. Cada palavra aspirada pela orgulho.
Uma, duas, doze lágrimas. Por algo que nunca foi.


É novamente o reinício do fim?
O fim de algo que nunca foi.
E por que nunca será?




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